A enfermagem na triagem neonatal - DOI: 10.4025/actascihealthsci.v25i2.2226

Marly Bitencourt Gervásio Marton da Silva, Ivete Sanson Zagonel, Maria Ribeiro Lacerda

Resumo


Estudo realizado junto ao Serviço de Referência em Triagem Neonatal no estado do Paraná (Fepe), objetivando identificar o índice de coletas de sangue inadequadas recebidas pelo laboratório da Fepe, para realização do exame, no período de janeiro a dezembro de 2002. Foram estudadas fichas cadastrais dos registros internos do laboratório da Fepe, e analisados 222.366 exames, em que identificamos 2.787 com necessidade de repetição por imperícia e erros técnicos nas coletas. Os critérios utilizados na classificação foram: transfusão de sangue, sangue insuficiente, hemolisado, envelhecido, excesso, contaminado e ressecado. Com base nos dados levantados e analisados, verificamos que os maiores índices de erros estão no sangue insuficiente e envelhecido, indicando dificuldades na execução da técnica de coleta, que podem estar relacionadas à falta de conhecimento técnico-científico e desvalorização do exame, às trocas de profissionais treinados por outros não qualificados e à demora significativa no envio das amostras de sangue ao laboratório, realçando a falta de sensibilidade quanto à importância do exame.

Palavras-chave


triagem neonatal; controle de qualidade; educação continuada em enfermagem; enfermagem neonatal

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v25i2.2226

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