A existencialidade da pessoa com neoplasia em tratamento quimioterápico - DOI: 10.4025/actascihealthsci.v25i2.2229

Catarina Aparecida Sales, Alda Angélica da Silva, Maísa Aparecida Ribeiro, Nívea Maria Wauters

Resumo


Trata-se de uma investigação de natureza qualitativo-descritiva, que tem como proposta apreender as concepções dos doentes com câncer que vivenciam o tratamento quimioterápico em seu cotidiano, trazendo luz para repensar o cuidado a esses seres. Para a pesquisa, optamos por um centro de oncologia e radioterapia localizado no Noroeste do Paraná. A estratégia metodológica que conduziu o estudo está fundamentada na abordagem fenomenológica. Para atingir nossa proposta, formulamos aos doentes a seguinte questão norteadora: Como você se sente fazendo quimioterapia? Dos discursos analisados emergiram quatro categorias: preocupação em relação aos efeitos tóxicos da quimioterapia; preocupação com a auto-imagem; a importância da família no processo terapêutico do doente; um tratamento que traz consigo a esperança de cura. As concepções dos doentes revelaram-nos um existir enredado em dor e sofrimento, pois, ao descobrirem-se com câncer, eles almejam não apenas os cuidados com a doença, mas também as manifestações de solicitude que contemplem sua facticidade existencial.

Palavras-chave


quimioterapia; paciente com neoplasia; abordagem fenomenológica

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v25i2.2229

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ISSN 1679-9291 (impresso) e ISSN 1807-8648 (on-line) e-mail: actahealth@uem.br

  

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