Adesão ao tratamento de idosos com hipertensão em uma unidade básica de saúde de João Pessoa, Estado da Paraíba - doi: 10.4025/actascihealthsci.v33i1.7708

Cinthia Souto Dourado, Kátia Nêyla de Freitas Macêdo-Costa, Jacira dos Santos Oliveira, Oriana Deyze Correia Paiva Leadebal, Grazielle Roberta Freitas da Silva

Resumo


A principal estratégia para evitar as complicações da hipertensão baseia-se nos tratamento medicamentoso e não medicamentoso. Porém o êxito ou fracasso terapêutico depende da adesão que, por sua vez, consiste no principal desafio. Por este motivo objetivou-se analisar a adesão ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso por idosos hipertensos. Trata-se de um estudo descritivo, com 25 pacientes acima de 60 anos de idade, atendidos por uma unidade de básica de saúde em 2008, na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba. Com relação à adesão medicamentosa, 12 pacientes referem fazer uso correto da medicação prescrita, enquanto 13 deixaram de usá-la. Dentre os principais motivos para a não adesão ao tratamento medicamentoso, estavam o esquecimento (10), a ausência de sintomas (8) e a desmotivação (7), dentre outros. Considerando as variáveis não-medicamentosas, obteve-se o resultado de que apenas quatro foram considerados aderentes; 19 mostraram-se parcialmente aderentes e apenas 8% revelaram-se não aderentes. Quanto às dificuldades para seguir o tratamento, 12 dos entrevistados relataram seguir a dieta e as mudanças no estilo de vida. Os resultados obtidos indicam baixa adesão ao tratamento anti-hipertensivo e sugerem a implantação de estratégias que facilitem uma melhor adesão às medidas de controle da hipertensão.

Palavras-chave


Hipertensão; idoso; recusa do paciente ao tratamento

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascihealthsci.v33i1.7708

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